
Nosso sócio Diogo Nebias foi destaque em matéria do Valor Econômico S/A sobre a conclusão, pelo Ministério de Portos e Aeroportos, da fase de apresentação da concessão do Aeroporto Internacional do Galeão a investidores, com seis empresas participantes em reuniões virtuais e presenciais no escritório da ANAC, em São Paulo.
O leilão está previsto para 30 de março, na B3, com lance mínimo de R$ 932 milhões (à vista).
Para trazer mais clareza sobre o que está em jogo, Diogo ponderou que: “Considerando as dificuldades da concessão anterior e readequações, os interessados devem ser cautelosos na análise de retorno frente à necessidade de investimentos em capacidade e operação somada à obrigação de pagamento da outorga.”
Do ponto de vista técnico, alguns pontos precisam estar claros:
- O leilão assistido melhora o processo de tomada de decisão ao antecipar discussões sobre modelo, diretrizes contratuais e perspectivas operacionais/econômicas e permitir pedidos de esclarecimentos por escrito.
- O caso é de reestruturação com base em acordo no TCU, envolvendo MPor, ANAC e a concessionária RIOgaleão (Changi e Vinci, 51%), com saída da Infraero (49%) após a venda.
- O mercado vai olhar o “núcleo duro” econômico-contratual: retorno versus (i) investimentos em capacidade e operação e (ii) obrigação de outorga — exatamente o trade-off apontado pelo Diogo.
O próximo passo é a sessão pública de esclarecimentos em 26 de fevereiro, às 10h, com transmissão online.
Seguiremos acompanhando os desdobramentos do processo do Galeão e seus impactos para investidores, operadores e financiadores no setor de infraestrutura.
Matéria do Valor Econômico: https://lnkd.in/dyAQqCsP



